Tecnologia em instituições de ensino superior: operações mais eficientes e robustas
Tecnologia em instituições de ensino superior: operações mais eficientes e robustas - Ecotelecom Vivo Empresas

Tecnologia em instituições de ensino superior: operações mais eficientes e robustas

A tecnologia não só bateu à porta das instituições de ensino superior como também ultrapassou diversas barreiras nos últimos meses. O setor viu-se diante da necessidade de utilizar recursos para viabilizar as aulas — e obteve grandes avanços.

Esses passos são extremamente significativos porque seguem o ritmo dos alunos, que buscam mais agilidade, flexibilidade e dinamismo. Daí a importância de faculdades e universidades incorporarem soluções capazes de atender a essa demanda mundial.

Neste artigo, você verá como ferramentas inovadoras e funcionais transformam o segmento, otimizando as operações.

Por que inovar

A transformação digital, somada aos novos perfis de alunos e docentes, pede que haja uma reavaliação do setor educacional. Uma análise realizada pelo Gartner destacou justamente isso, indicando que o uso de recursos tecnológicos é essencial para colocar todos esses elementos e públicos no mesmo ritmo.

O mercado brasileiro é, sem dúvidas, extremamente promissor. Segundo a última edição do Censo do IBGE, em 2010, há no País 30 milhões de pessoas com o ensino médio completo. Ou seja, aptos a realizar uma matrícula no ensino superior. No entanto, mesmo com o índice baixo de evasão (10%, de acordo com o Ministério da Educação), alguns entraves têm pairado sobre o setor.

As crises econômicas, por exemplo, levam ao desemprego que, por sua vez, resulta em medo e desistências. Mas por que estamos falando de tudo isso? Conhecer esse cenário é fundamental para detectar o que uma universidade pode fazer para conquistar novos estudantes, por meio de atributos que efetivamente o farão escolher entre uma e outra.

E aqui há uma imensa contribuição da tecnologia. A começar pelo preço. O Ensino à Distância, bem estruturado e suportado por uma metodologia rica, costuma sair mais em conta para todos.

Não quer dizer que todos os cursos presenciais devem ser abolidos. Uma boa ideia é criar novos programas, adequados às necessidades atuais, com mensalidades ajustadas às realidades financeiras dos alunos, usando, inclusive, a tendência de ensino híbrido, com parte das aulas presenciais.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Educa Insights, 70% dos estudantes classificaram a migração das aulas para o online como positivas. Um indicador de um excelente caminho a se percorrer.

Como a tecnologia contribui

Para ampliar seu portfólio de cursos e programas online, é essencial que a instituição de ensino superior aprimore seu parque tecnológico com alguns recursos essenciais.

O primeiro é a conectividade. Tal infraestrutura é o que garante sistemas, programas e dispositivos atuando em rede, integrados e disponíveis.

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Ao incorporar o virtual na rotina, a solução passa a ser mandatória. Outro passo importante é escolher ferramentas modernas e baseadas em Cloud – e, portanto, adequadas ao ensino à distância. Softwares como o Microsoft Teams, por exemplo, contam com diversos recursos que tornam as aulas mais produtivas e organizadas.

É possível criar equipes para facilitar a comunicação entre docentes e alunos, deixando o histórico registrado. Certamente é algo indispensável, tanto em cursos a distância quanto presenciais. E os estudantes buscam uma experiência satisfatória.

A pesquisa Educa Insights de novembro de 2020 destacou que as adaptações implementadas pelas instituições de ensino durante a pandemia influenciarão diretamente as suas escolhas. Por isso, é essencial se preparar.

Tudo na nuvem

As soluções em cloud estão, sem dúvidas, entre os principais elementos facilitadores do processo de transformação digital das universidades. Isso porque permitem a troca e o compartilhamento de arquivos. Adicionalmente, possibilitam a migração dos data centers para ambientes virtuais, reduzindo custos com manutenção.

Outro ponto é que são escaláveis. Ou seja, é possível escalar ou reduzir o espaço contratado  sempre que for preciso. De acordo com o relatório de tendências do Gartner para 2021, a tecnologia é um dos principais caminhos para combater a crise ocasionada pela pandemia.

E o presencial?

A tecnologia é capaz de agregar camadas de segurança aos ambientes físicos de uma instituição. Como? Dispositivos conectados monitoram e geram dados em tempo real, permitindo que os gestores verifiquem se alguns requisitos, como o distanciamento social, estão sendo cumpridos à risca.

É a Internet das Coisas ou IoT (Internet of Things, da sigla em inglês) aplicada ao ensino superior.

Trata-se de uma preocupação recorrente nesse contexto pandêmico. Por isso, gadgets, como câmeras e sensores, suportados por uma infraestrutura de conectividade, ajudam diretamente para o bem-estar de todos os que circulam pelos espaços.

Outra contribuição efetiva é a adoção de máquinas (computadores e tablets) atuais. Isso porque ter equipamentos adequados, com programas atualizados, é um ganho muito importante em produtividade. Nesse sentido, sobretudo em meio à uma crise, a compra pode impactar o orçamento da organização.

Por esse motivo, uma boa alternativa é alugar dispositivos de microinformática com capacidade de processamento adequada ao modelo remoto, opção que libera o fluxo de caixa para outras ações prioritárias.

Com a contratação como serviço, inclusive, o custo ainda pode ser alocado em OPEX, sigla que representa as despesas operacionais. De acordo com o Dicionário Financeiro, trata-se de custos inerentes às despesas de rotina, ou seja, sem ativos de longo prazo envolvidos. Sendo assim, os custos são totalmente dedutíveis no Imposto de Renda.

Além disso, na modalidade de aluguel, a organização terá à disposição uma série de aparatos e poderá escolhê-los conforme a necessidade das equipes.

Novidades no mercado

A tendência de um ensino superior mais tecnológico é refletida no número de EdTechs que existem atualmente. São startups com foco na criação de recursos ou serviços inovadores. De acordo com o estudo Distrito Edtech Report 2020, mais de US$ 170 milhões foram investidos nesse tipo de empresa desde 2010.

Existem em torno de 500 corporações assim em atuação no Brasil, criando soluções e também novos modelos de negócio para todos os estágios educacionais.

Concluindo

O ensino superior precisa de ferramentas tecnológicas para atender aos anseios do do novo perfil do estudante e garantir um aprendizado mais dinâmico, com segurança e assertividade. Para isso, no entanto, diferentes recursos tecnológicos devem ser empregados no dia a dia, desde uma infraestrutura de conectividade potente a equipamentos atualizados.

A Vivo Empresas acredita na evolução que a tecnologia traz para o setor educacional. E é por isso que vem apoiando o avanço da digitalização em todo o segmento, em especial no ensino superior.

Além de serviços como Rede Móvel, Voz Fixa e Banda Larga, oferece Conectividade,  Equipamentos, Cloud, Segurança, Big Data, Ferramentas de Colaboração, TI, Gestão de Tecnologia e IoT.

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