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Tecnologia impulsiona empreendedorismo feminino - Ecotelecom Vivo Empresas

Tecnologia impulsiona empreendedorismo feminino

O empreendedorismo feminino abre às mulheres a oportunidade da independência financeira, gerando mais receita e ajudando a promover a igualdade de gênero no mercado de trabalho.

Nesse contexto, a tecnologia surge como grande aliada para criar novas empresas e expandir seus negócios. E soluções como cloud, conectividade, IoT, segurança e big data passam a ser essenciais em seu dia a dia.

Quer saber mais sobre o assunto? Continue lendo este artigo.

Cenário atual

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Noventa e nove anos e meio: esse é o tempo que levará, no ritmo atual, para que o mundo chegue à igualdade de gênero — ou seja, a equidade de direitos e deveres entre homens e mulheres. É o que prevê o relatório Global Gender Gap Report 2020, feito pelo Fórum Econômico Mundial.

Em sua 14ª edição, ele compara 153 países em quatro aspectos: economia, educação, saúde e participação na política. Para diminuir esta lacuna, uma das ferramentas que podem ser usadas é o empreendedorismo feminino.

Mulheres criam empresas, principalmente, por duas razões: para fazer diferença no mundo (36%) e para ser a fonte de renda da família em um cenário de falta de emprego (36%).

Atrás desses motivos aparecem o desejo de construir uma grande fortuna (20%) e a manutenção de um negócio familiar (19%).

Os dados, retirados do estudo Global Entrepreneurship Monitor 2019/2020, são sintomas do incentivo desigual e das condições nem sempre favoráveis à criação de negócios por mulheres.

Importância do empreendedorismo feminino

O empreendedorismo feminino pode ser entendido, a princípio, como o desenvolvimento de negócios liderados por mulheres. Em um sentido mais amplo, também pode significar a presença delas em cargos executivos de empresas já estabelecidas.

A consultoria McKinsey & Co., em seu relatório Delivering through diversity (em tradução livre “Entregando por meio da diversidade”), revelou que a diversidade de gênero em cargos de liderança está relacionada à maior lucratividade e geração de valor nas companhias.

Além disso, novas empresas também permitem a criação de empregos, apoiando a economia.

Diversidade alavanca ganhos…

O levantamento da McKinsey mostrou que empresas com boards mais diversos em gênero têm desempenho 21% melhor do que a média de suas indústrias.

A pesquisa, que foi realizada com mais de 1.000 companhias em 12 países, mostra que empresas com mais diversidade conseguem aumentar o foco em seus clientes e melhorar seus processos de tomada de decisão.

Além disso, elas têm resultados melhores tanto na atração de talentos quanto na manutenção da satisfação deles.

Desde já, podemos perceber que o empreendedorismo feminino é uma ferramenta importante para diminuir a desigualdade de gênero no mercado de trabalho e gerar mais receita à economia global.

Ainda assim, no Brasil, o já citado levantamento do Fórum Econômico Mundial revelou que elas representam apenas 8,4% dos cargos executivos nas empresas. Por outro lado, o Global Entrepreneurship Monitor de 2019 mostra que 26 milhões de empreendedores brasileiros são mulheres, em um universo de 53,4 milhões.

…e cria negócios inovadores

Ao mesmo tempo em que apoia a igualdade de gênero, o empreendedorismo feminino também é responsável por trazer novas abordagens para resolver problemas e inovação em soluções.

Durante a pandemia do novo coronavírus, por exemplo, 71% das empreendedoras passaram a vender seus produtos e serviços via internet, redes sociais e aplicativos, contra 63% dos homens. Foi o que descobriu o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) em uma pesquisa conduzida em setembro de 2020.

Femtechs

Mulheres também estão criando startups que consigam resolver necessidades relacionadas, principalmente, à saúde e ao bem-estar femininos.

São as femtechs, startups que utilizam tecnologia para lidar com questões que vão da saúde mental até a menstruação, a gravidez e a menopausa.

Elas utilizam softwares para ajudar em diagnósticos e democratizam o acesso a produtos e serviços de saúde. A consultoria global Frost & Sullivan prevê que as receitas dessas companhias chegarão a US$ 1,1 bilhão até 2024.

Ainda que seja um movimento recente, já existe uma discussão em torno deste termo e do propósito dessas novas companhias.

Uma pesquisa divulgada pela Harvard Business Review argumenta que rotular empresas dessa maneira pode fazer com que seu público-alvo se sinta “reduzido a uma única categoria” ou que acabem, sem querer, reforçando estereótipos — e excluindo, por exemplo, pessoas transgênero e não binárias de suas soluções.

De qualquer forma, não há uma regra para a criação de empreendimentos por mulheres: há oportunidades e possibilidades em diversos campos, como veremos mais adiante nesse texto.

Desafios das mulheres ao empreender

Se por um lado as mulheres se adaptam melhor a crises como a do coronavírus, por outro, é a necessidade que impulsiona esse movimento.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) divulgados em junho de 2020 mostraram que 7 milhões de mulheres haviam saído do mercado de trabalho brasileiro no começo da pandemia, contra 5 milhões de homens.

Entre as causas apontadas para essa diferença, estavam, além das demissões, as dificuldades de se manter no mercado e procurar novas vagas de emprego.

A pandemia levou muitas mulheres a enfrentar uma jornada tripla, dividindo seu tempo entre o trabalho, as tarefas de casa e os cuidados com pessoas.

Esse é um dos principais desafios para empreendedoras. Além dos obstáculos que qualquer dono de negócio já enfrenta, para as mulheres, a carga de afazeres fora do trabalho é acumulada, o que as faz dedicar menos tempo para seus negócios.

Outro obstáculo é o sexismo, ou seja, a discriminação baseada em estereótipos de gênero. Ainda há quem acredite que elas são menos competentes para liderar empresas ou realizar atividades.

Ao mesmo tempo, o julgamento e o preconceito podem gerar ambientes menos convidativos à presença feminina, diminuindo as oportunidades de mentoria e o incentivo aos negócios.

Assim, há mulheres que enfrentam a falta de incentivo em suas famílias ou que precisam lidar com baixa autoconfiança e o medo de errar.

Segundo dados do Global Entrepreneurship Monitor 2018, o medo de fracassar não impediria 50,7% das mulheres de começar um negócio. Em contrapartida, em relação aos homens, esse percentual é de 61,4%.

Para tentar promover a participação feminina, já há cursos, mentorias e palestras específicas que ajudam e orientam mulheres que querem empreender.

Soluções tecnológicas para impulsionar o empreendedorismo feminino

Pensando nesse contexto de desafios, a tecnologia surge como uma forte aliada das mulheres que estão se preparando para empreender.. Entre elas, entenda quais são as soluções essenciais nesse momento:

Cloud

O ambiente em nuvem (cloud computing) é adequado para negócios que precisam de flexibilidade e escalabilidade, com segurança. Além disso, com servidores remotos, a solução em cloud demanda menos investimento em hardware.

Assim, a nuvem permite fácil colaboração das equipes envolvidas nos projetos, ao possibilitar o acesso aos arquivos a partir de qualquer dispositivo conectado à internet.

A tecnologia ajuda, ainda, a reduzir custos, e pode servir para criar uma experiência mais agradável tanto aos colaboradores quanto aos clientes.

Essa solução é estratégica para que se possa gerir negócios a distância. Isso porque traz mais flexibilidade – tão necessária para o caso de mães empreendedoras, por exemplo, que muitas vezes precisam trabalhar desde outros espaços que não o escritório físico.

Iot

A internet das coisas (Internet of Things) é a capacidade de conectar qualquer dispositivo eletrônico à internet, aumentando as opções de uso disponíveis.

A IoT quebra as barreiras entre o mundo físico e o cibernético e dá novas funções aos objetos que já conhecemos. Com mais mulheres trabalhando em tecnologia, esses aparelhos podem ser usados, por exemplo, para endereçar questões de saúde feminina.

Os aparelhos IoT ajudam a captar, compartilhar e analisar dados, melhorando a tomada de decisões e criando funcionalidades que atendam às novas necessidades.

Um exemplo de dispositivo fundamentado em IoT são os “wearables”. E é importante que mulheres passem a fazer parte da concepção deles, para que as soluções também sejam desenhadas para elas.

O primeiro aplicativo de saúde da Apple, por exemplo, conseguia captar quase todos os aspectos relacionados à saúde de uma pessoa — com exceção de seus períodos menstruais.

Em outras palavras, isso demonstra que a criação de soluções precisa da participação feminina para incluir novos pontos de vista e adaptar as ferramentas para atender as mulheres.

Data

Com soluções de Big Data, empreendedoras conseguem processar um grande volume de dados de maneira ágil, fazendo análises a partir deles para melhorar o processo de tomada de decisão.

Dados bem processados podem ajudar a gerar talentos, identificar problemas e até fazer previsões de mercado, apontando tendências.

Com o uso inteligente das informações, é possível detectar padrões de comportamento ou de compra de um determinado produto em um período específico — como o inverno ou o verão. Isso ajuda a tornar a compra de insumos, por exemplo, mais assertiva para um ou outro momento.

Equipamentos

Empreendedoras que não desejam fazer altos investimentos em dispositivos tecnológicos podem recorrer ao aluguel de equipamentos.

Há pacotes mensais que incluem a manutenção dos aparelhos, o que evita a necessidade de contratar um especialista em informática para cuidar deles.

Esse tipo de solução oferece mais flexibilidade na hora de decidir qual dispositivo faz mais sentido para o momento do negócio. Ainda, permite que os gastos sejam direcionados para outras áreas da empresa.

Outro ponto positivo é a possibilidade de aumentar as operações da companhia sem o gasto e o custo de depreciação de manter um equipamento.

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Segurança

É importante garantir a proteção contra ciberataques, principalmente no contexto da pandemia, em que muitos trabalhadores passaram a realizar suas atividades de casa e ficaram mais suscetíveis a mensagens com links maliciosos.

Além dos antivírus, é preciso entender as políticas de possíveis fornecedores que terão acesso aos sistemas da sua empresa. Há soluções de segurança da informação que vigiam computadores por 24h e outras que garantem que os sistemas não saiam do ar e prejudiquem os resultados da companhia.

É essencial entender os pontos de acesso aos materiais e à estrutura da empresa para desenhar um pacote de cibersegurança robusto.

Conectividade

A conectividade garante que as ferramentas trabalhem de forma integrada, com dispositivos atuando em rede para oferecer acesso a um site, por exemplo, de qualquer lugar do mundo.

Entre as opções de conectividade, estão a internet dedicada, uma conexão exclusiva para a empresa, e a banda larga, que garante uma performance melhor ao transmitir dados. Esses elementos são importantes para promover eficiência na colaboração das equipes em tempo real.

Além disso, possibilitam que equipes trabalhem em sincronia mesmo com as pessoas distantes umas das outras, o que auxilia, por exemplo, o contato entre redes de mulheres empreendedoras.

Cases de sucesso: mulheres empreendedoras

O empreendedorismo feminino está presente em diversas áreas de negócio, especialmente em vestuário e beleza.

Uma das principais empreendedoras brasileiras é, sem dúvida, Luiza Helena Trajano, que comanda a rede de lojas varejista Magazine Luiza. A empresa foi eleita a mais inovadora do Brasil pela revista Fast Company, pelos esforços na transformação digital do setor.

Outra empreendedora de sucesso é a co-fundadora do Nubank, Cristina Junqueira. A executiva ajudou a construir a fintech que hoje já tem mais de 30 milhões de clientes e é a quarta instituição financeira mais valiosa da América Latina.

Já a CEO da MasterTech, Camila Achutti, é uma jovem empreendedora focada em educação, especialmente nas vertentes de tecnologia, UX e design de negócios. Camila venceu, aos 23 anos, o prêmio Student of Vision 2015, que reconhece estudantes com ideias inovadoras e de impacto relacionadas à tecnologia.

Por fim, a fundadora do Movimento Black Money e do D’Black Bank, Nina Silva, é mais uma inspiração para as empreendedoras que querem aliar a tecnologia aos seus negócios.

O Movimento Black Money é um hub de inovação para promover empreendedores negros. Já o D’Black Bank é uma fintech que conecta esses empreendedores aos usuários, possibilitando serviços completamente digitais.

Conclusão

O empreendedorismo feminino pode ajudar não apenas a diminuir a desigualdade de gênero no planeta, como também a impulsionar a economia e a gerar mais empregos. É preciso, portanto, apoiar as mulheres na criação de negócios e incentivá-las a buscar novas soluções.

Nesse sentido, as mulheres podem contar com a tecnologia para criar serviços que estejam mais alinhados às suas necessidades e que, simultaneamente, tenham impacto positivo na sociedade.

Para isso, a Vivo Empresas oferece soluções flexíveis e dedicadas a apoiar pequenas, médias e grandes companhias a crescer e prestar serviços ainda melhores. Entre elas, destacam-se em seu portfólio os serviços em Cloud, Segurança, Big Data, Conectividade, Equipamentos, Ferramentas, IoT e TI.

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Sobre a Ecotelecom

Atuamos no mercado de telefonia corporativa desde novembro de 2008. Com sede na capital de SP, temos uma infraestrutura física instalada nas principais cidades do Estado de São Paulo, e também presença nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e Porto Alegre. São 10 Filiais e cerca de 130 colaboradores preparados para levar a solução ideal em telecomunicações para o seu negócio como Internet Vivo FibraLink Dedicado para Empresas, Locação de Computadores e NotebooksInternet Móvel e também Office 365

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