Como Internet das Coisas pode ajudar as empresas a superarem a crise do coronavírus

Como Internet das Coisas pode ajudar as empresas a superarem a crise do coronavírus

Internet das Coisas: O mundo está diante da pior crise de saúde do século 21. Em poucos meses, a Covid-19 colocou países inteiros em isolamento, modificou hábitos diários e alterou totalmente a rotina de empresas de todos os setores.

Por isso, reinvenção é, hoje, a palavra de ordem no mundo dos negócios. É preciso pensar em novas maneiras de atuar e, principalmente, de sobreviver a este período de incertezas. Sendo assim, se o momento atual exige cautela, o pós-crise é ainda mais importante. Especialistas afirmam, por exemplo, que as consequências podem ser maiores do que as enfrentadas durante a crise de 1929.

A boa notícia é que atualmente temos uma importante aliada para minimizar os efeitos: a tecnologia. Mais do que nunca, soluções que reduzem o contato físico despontam como prioritárias para garantir o funcionamento de todos os serviços.

Nesse contexto, a Internet of Things (IoT – ou Internet das Coisas, em português) ganha ainda mais importância. Por isso, neste artigo apresentaremos:

  • O uso da IoT no universo corporativo antes do coronavírus;
  • Como esse tipo de tecnologia contribui para o combate à propagação da doença;
  • Soluções que minimizam o contato físico;
  • Como será o período pós-crise.

Tecnologia já estava em alta com a Internet das Coisas

Antes mesmo dos impactos causados pela Covid-19 na economia global, um relatório desenvolvido pela McKinsey Global Institute já indicava que a IoT poderia gerar de 3,9 a 11,1 trilhões de dólares por ano até 2025. Com o aumento do uso de ferramentas tecnológicas, no entanto, a expectativa é que esses números cresçam.

Na América Latina, também existia um movimento crescente e sólido. Segundo um estudo conduzido pela Logicalis em 2019, o nível de adoção da Internet das Coisas nas empresas nacionais estava em 35%, diante dos 32% registrados no ano anterior.

Em uma projeção divulgada julho de 2019, o banco Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estimou que as soluções pautadas nessa tecnologia movimentarão 132 bilhões de dólares em cinco anos.

Porém, com a pandemia do coronavírus, esses indicadores devem subir rapidamente.

De acordo com a multinacional Axonize, especialista em IoT, a tecnologia será capaz de combater o avanço da doença e permitir que os serviços essenciais sejam realizados com mais segurança. Para a companhia, a Internet das Coisas irá viabilizar atividades importantes, como:

  • Monitoramento remoto da integridade;
  • Monitoramento de quartos de hospital;
  • Rastreamento de pacientes doentes;
  • Gerenciamento de ativos e dispositivos;
  • Rastreamento de equipamentos hospitalares;
  • Identificação de aglomerações em áreas públicas.

IoT (Internet das Coisas) no combate à pandemia

Os tópicos acima são apenas uma amostra do poder da tecnologia. Ao adotar soluções voltadas para esses fins, por exemplo, as empresas contribuem diretamente para um bem comum. Aliás, tal postura é esperada pelos consumidores.

De acordo com um estudo da Kantar, que avaliou o sentimento global do consumidor em relação à pandemia, 77% de um total de 25 mil entrevistados disseram que esperam que as marcas sejam úteis nesse sentido.

Na área da saúde, por exemplo, a rotina exige que os profissionais estejam fisicamente no local de trabalho. No entanto, além das medidas de higiene recomendadas, hospitais, clínicas e farmácias podem adotar outras soluções que minimizam o contato físico, garantindo mais segurança. Uma alternativa recomendada é digitalizar parte da comunicação.

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Para isso, soluções baseadas em IoT, como o Marketing Dinâmico oferecido pela Vivo Empresas,disponibilizam monitores em locais estratégicos para a exibição de mensagens personalizadas, com uma linguagem visual customizada para cada instituição cliente. Todo o conteúdo é atualizado em tempo real. Assim, posiciona-se como uma ferramenta eficaz para evitar a exposição desnecessária das equipes no contato com o público final.

Aliás, como minimizar a proximidade física é uma das premissas da pandemia, a conectividade tem se destacado como é um elemento-chave necessário nesse novo cenário (e essencial, também, no período pós-crise). Sendo assim, é inevitável disponibilizar canais de comunicação online.

Soluções da Internet das Coisas

O Social Wi-Fi, outra solução da Vivo Empresas, oferece acesso gratuito à internet aos acompanhantes ou visitantes de hospitais. Essa comunicação ocorre por meio do Captive Portal, plataforma capaz de conectar médicos, enfermeiros, colaboradores e pacientes.

Além de permitir esse contato virtual, o produto ainda coleta informações dos usuários, sempre dentro da regra de proteção de dados. A partir desses materiais, o contratante tem acesso a um dashboard com a análise do perfil de consumo da conectividade.

Por fim, o Social Wi-Fi permite que mensagens importantes do Ministério da Saúde, por exemplo, sejam uniformizadas e enviadas para os diferentes grupos presentes na plataforma.

Sem contato físico

Muitas equipes precisam estar nas ruas para garantir a continuidade dos serviços, como os entregadores de comida, compras ou outros itens semelhantes. Os índices de procura por esse tipo de facilidade aumentou consideravelmente durante a pandemia.

Nos EUA, o volume de downloads de aplicativos de entrega cresceu 218% nos meses de fevereiro e março, de acordo com uma pesquisa conduzida pela empresa de análises Apptopia.

Com as equipes maiores e atuando remotamente, realizar a gestão tem sido um desafio imposto pelo coronavírus. Uma maneira eficiente de organizar as demandas, elevar a produtividade e ter uma visão macro do serviço oferecido é adotar um software de gestão.

Esse tipo de plataforma garante um gerenciamento mais rápido e simples de todas as atividades. Um exemplo é o Vivo Gestão de Equipe (VGE), que permite a realização dos trabalhos diários de modo eficiente. A gestão e as interações são feitas por meio de uma plataforma web ou pelo aplicativo.

O gestor consegue verificar a localização de toda a equipe, o que é vantajoso, sobretudo, no caso dos deliveries. Além disso, é possível delegar tarefas, enviar mensagens e formulários especializados e verificar rotas.

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Dessa forma, o gestor consegue organizar o dia a dia de acordo com as demandas e ainda priorizar tarefas críticas. A plataforma ainda gera relatórios, gráficos e histórias, que podem ser transformados em insights para a otimização da rotina.

A solução visa diminuir:

  • Dificuldade de gestão de eventos diários não planejados;
  • Fluxos de trabalhos burocráticos com atualizações demoradas;
  • Processo de trabalho manual e mais tempo em atividades administrativas;
  • Problemas de comunicação;
  • Dificuldade de atualizar cliente sobre status do serviço.

IoT (Internet das Coisas) e o período pós-crise

Tais soluções podem parecer alternativas temporárias para minimizar o contato e garantir normalidade às atividades em diferentes setores. Porém, tanto as tendências do universo corporativo quanto às perspectivas calculadas para o período pós-pandemia mostram que investir nesse tipo de tecnologia é um caminho sem volta. E isso é bom para as empresas.

No que diz respeito ao coronavírus, especialistas alertam para o fato de que o que se conhecia por “normalidade” está longe de ser alcançada. E que, muito provavelmente, não retornaremos ao mesmo padrão.

Segundo uma análise liderada por especialistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, as medidas de isolamento social precisarão ser adotadas até o fim de 2022 em todos os países do mundo.

Publicada na revista Science, a pesquisa indica que o vírus pode sumir dentro de cinco anos, desde que a quarentena permaneça até meados de 2021. A abertura gradual, por sua vez, aconteceria apenas no ano seguinte.

Mas como isso vai ocorrer ?

O estudo é um indicador de que medidas e soluções tecnológicas serão necessárias para minimizar o contato físico em um período maior do que era esperado logo no início da pandemia. Daí a importância de apostar em plataformas que possibilitem a realização de um trabalho sólido e duradouro nesse sentido.

Em relação à economia em si, a expectativa de que haverá uma recuperação rápida parece cada vez mais distante. De acordo com a Associação Brasileira de Internet das Coisas (Abinc), o choque econômico provocado pela pandemia já é maior do que a crise financeira que ocorreu em 2008.

Por isso, de acordo com a instituição, a tecnologia aparece na linha de frente no enfrentamento dos problemas causados pela Covid-19.

Para enfrentar esta crise recorremos à tecnologia, e aqui não falo do emprego na área farmacêutica, mas do uso da tecnologia para manter as atividades trabalhistas em home office, para o emprego dos mais diversos tipos de delivery e para manter as relações sociais ativas, ainda que a uma distância segura através dos aplicativos de videoconferência.”

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Marcus Vinicius Rocha, especialista em IoT da Associação Brasileira de Internet das Coisas (Abinc).

O comportamento do consumidor também deve influenciar o cenário pós-crise. A tendência é de que as compras online cresçam e se reafirmem como um hábito comum entre os brasileiros. Dessa forma, a pandemia apenas acelerou processos considerados inevitáveis, como o aumento do consumo de internet e a adoção do trabalho remoto.

Conclusão sobre a Internet das Coisas

Pesquisas mostram que é bem visto pelo público o fato de marcas e empresas em geral estarem buscando formas de minimizar o contato físico. Tal medida é uma forma de reforçar o isolamento social e contribuir para que haja uma diminuição da propagação do vírus pelo mundo.

Nesse sentido, diferentes soluções em IoT podem contribuir para a manutenção das atividades e a diminuição dos riscos de contaminação. Softwares de gestão de equipe e ferramentas que garantem a digitalização da comunicação aparecem como soluções capazes de frear o avanço da contaminação.

Tais ferramentas, no entanto, não são apenas emergenciais. Diante desse novo cenário, se tornam necessárias também a longo prazo, no intuito de garantir uma atuação mais fluida, segura e evoluída em diferentes setores.

A Vivo Empresas atua justamente para garantir processos de trabalho mais eficientes e viáveis, sobretudo durante a pandemia. Por meio de soluções baseadas em IoT, nossa proposta de valor é oferecer recursos atuais e tecnologia de ponta para as companhias. Veja como trabalhamos para viabilizar as estratégias de digitalização do seu negócio.

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Atuamos no mercado de telefonia corporativa desde novembro de 2008. Com sede na capital de SP, temos uma infraestrutura física instalada nas principais cidades do Estado de São Paulo, e também presença nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e Porto Alegre. São 10 Filiais e cerca de 130 colaboradores preparados para levar a solução ideal em telecomunicações para o seu negócio como Internet Vivo FibraLink Dedicado para Empresas, Locação de Computadores e NotebooksInternet Móvel e também Office 365

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