TI híbrida: saiba mais sobre esse conceito e seus benefícios

A TI híbrida é uma tendência que veio para ficar, pois trabalha tanto com servidores internos quanto com nuvens privadas e/ou públicas, ampliando a eficiência dos dispositivos e, consequentemente, de todo o trabalho.

Esse conceito exige novas arquiteturas e novas abordagens para operar e gerenciar os sistemas a ela associados e, apesar de não ser um conceito novo, ainda traz algumas complexidades para os profissionais da área. Por isso, antes de adotar essa estratégia, é importante considerar algumas variáveis.

Este post mostra as características da TI híbrida e o que o empreendedor deve considerar ao optar por essa tecnologia.

TI híbrida: combinação de servidores internos e externos

Seu nome vem do fato de mesclar o uso de servidores internos e locais com os servidores alocados na nuvem. Ou seja, a TI híbrida aproveita todos os serviços do cloud computing sem deixar de usar os tradicionais servidores internos — alocados nas próprias instalações da empresa.

Com isso, os dados da companhia são armazenados de acordo com sua natureza, proporcionando um processo mais rápido, confiável e seguro.

No entanto, alguns empreendedores ainda têm dúvidas sobre o uso dessa tecnologia. Então, para que você possa compreender melhor, abordamos os principais questionamentos logo abaixo.

Tipo de aplicação que deve ir para a nuvem

Para saber quais aplicações devem permanecer dentro de casa e quais devem “subir” para a nuvem (parcial ou integralmente), é necessário um alinhamento entre TI e o negócio, além de muito estudo das aplicações atuais.

Sendo assim, é importante ter alguns critérios para avaliar o que migrar para o servidor em nuvem e garantir o melhor aproveitamento, sem erros que comprometam o serviço.

Antes de mudar os aplicativos para a nuvem, a empresa deve considerar o nível de experiência da equipe de TI. O recomendado é começar por um aplicativo cuja função seja mais simples e transferir gradativamente para aplicativos mais importantes.

Custo para migrar para um ambiente híbrido

A nuvem geralmente é vista como um modelo mais barato quando comparada com a hospedagem local de aplicativos. O desperdício nos gastos com infraestrutura do departamento de TI pode chegar a 50% como resultado de planejamento impreciso da capacidade, provisionamento excessivo, recursos zumbis e devoradores de recursos.

Entretanto, nem sempre é o que ocorre. Conforme os aplicativos e serviços adicionais selecionados, pode sair mais caro do que a implementação local. Plataformas como a Amazon Web Services (AWS) oferecem uma imensa quantidade de serviços que permitem às organizações carregar recursos adicionais, com maior amplitude e profundidade dos dados do aplicativo. Porém, isso tem um preço.

Portanto, a empresa deve conduzir uma análise criteriosa das estruturas de preços no Service Level Agreement (SLA) dos provedores de nuvem e também das ferramentas de monitoramento e gerenciamento para rastrear métricas de alocação e uso de cargas de trabalho no hardware existente nas instalações.

Desempenho da infraestrutura

Hoje, os SLAs dos provedores de nuvem costumam superar o que os departamentos de TI podem fornecer com um sistema médio local.

Combinados com a simplicidade de definir réplicas, sistema em espera e a durabilidade dos dados armazenados na nuvem, os provedores tornaram-se menos imprevisíveis.

No entanto, o monitoramento (conhecido como monitoramento de disciplina) deve ser estabelecido como essencial para que as empresas possam beneficiar-se de uma estratégia de gerenciamento de TI mais proativa.

Segurança

Tanto servidores alocados nas instalações da empresa quanto servidores em nuvem têm a mesma probabilidade de serem invadidos. As estatísticas, no entanto, demonstram que a nuvem oferece uma taxa mais baixa de violações.

Enquanto houve poucas invasões de alta exposição na nuvem pública, os transtornos que envolvem dados nas instalações internas continuam crescendo.

Provedores de maior porte já implementam programas de conformidade para algumas das políticas mais rigorosas (HIPAA, PCI DSS, FEDRAMP, SOX, etc.). Com isso, as organizações podem criar um plano que mantenha os dados seguros e atenda todos os requisitos da carga de trabalho.

Com essas informações, fica mais fácil analisar e decidir pela tecnologia mais apropriada ao seu negócio. 

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